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Caderno Synap

Arquitetura de agentes

Os agentes de IA precisam de memória, limites e revisão

Chamar agente a um sistema não resolve a sua arquitetura. Ele precisa de saber o que recordar, o que pode fazer, quando parar e quem pode rever o percurso.

8 min de leituraPor Synap Inteligência Artificial
Instalação editorial com placas translúcidas de memória, portões de controlo e uma linha azul até ao arquivo

01

Um agente é um ciclo, não uma personalidade

Na prática, um agente observa um estado, escolhe uma ação, utiliza uma ferramenta, verifica o resultado e decide se continua. O valor vem de ligar esse ciclo ao trabalho — não de parecer humano.

Permissões, orçamento, duração, âmbito dos dados e condições de paragem têm de existir fora do prompt.

02

A memória não é uma caixa única

Uma arquitetura clara separa memória de trabalho, conhecimento de referência governado e trilho de eventos. Cada camada precisa das suas próprias regras de acesso e conservação.

  • 01Memória de trabalho: curta e contextual.
  • 02Conhecimento de referência: versionado e citável.
  • 03Trilho de eventos: cronológico e auditável.
  • 04Preferências: mínimas e separadas de dados sensíveis.

03

Saídas seguras fazem parte do produto

Os pontos de revisão humana devem aparecer quando o risco muda: antes de usar fontes sensíveis, comunicar externamente, movimentar valor ou alterar um registo oficial.

Quando faltam evidências ou as ferramentas falham, a resposta responsável pode ser explicar a lacuna e parar. Permissão operacional não é o mesmo que confiança estatística.

Fontes consultadas

Os agentes de IA precisam de memória, limites e revisão · Synap